Aprendendo sobre criação com apego

Imagem Mãe de Moleque

Talvez você ache que este não é um tema para ser discutido num blog sobre mulheres católicas. Mas pra mim, tem tudo a ver. Criar com apego é criar com amor. Mas não é só isso. Segundo o Paizinho Vírgula, criação com apego é um conjunto de ferramentas que ajudam os pais a criar vínculos com seus filhos, através do atendimento consistente e amoroso das necessidades do bebê.

Não é lindo? Chega daquelas histórias de “deixa chorar”, ou “vou bater pra chorar com gosto”. Não. Quando você cria com apego, você cria seus filhos com amor e cuidado, sabendo que toda e qualquer ação sua pode trazer consequências (boas ou ruins) no futuro, e que você vai fazer o possível para que estas consequências sejam em sua maioria muito boas. É um tipo de amor que leva os seus filhos a se sentirem amados, protegidos e seguros com os pais. É ter a vontade, e fazer por onde, seus filhos tenham um vínculo de amor com você que nada conseguirá destruir.

Deus nos deu um valioso presente ao permitir que tivéssemos os nossos filhos. E temos que tomar essa responsabilidade para nós, por que filhos não são coisas que você brinca e depois deixa de lado. São vidas, que precisam do seu apoio para crescerem na moral, na fé e no amor. Pra mim, criar com apego é criar com respeito, sabendo que esses meninos e meninas são dons de Deus e devem ser antes de tudo respeitados em seus limites e dificuldades. É saber que somos únicos, que somos diferentes, e que isso significa que nossas diferenças nos fazer crescer em família.

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Imagem da internet

Não é dar tudo o que a criança pede, nem fazer todas as suas vontades. Segundo a Cientista que virou mãe, é respeito à singularidade da criança e respeito ao ser que está se desenvolvendoRespeitar a criança como ser em formação, como detentor de sentimentos, como necessitado de empatia, de envolvimento, de acolhimento, e não de autoritarismo, negação, afastamento e violência. Deixar chorando no berço para que acostume, ou afastar a criança de si para que se torne independente, apenas porque os pais querem que ela se enquadre em suas expectativas, deixando de ser quem é para se tornar o que querem que ela seja, não é respeitar quem está se formando, que precisa se sentir acolhido, e não desamparado apenas porque o Dr. Estivill, a Dra. Super Nanny ou qualquer um que queira adestrar crianças disse que assim é melhor. Se é necessário um doutor para sugerir, embasado em sua percepção, então eu posso sugerir facilmente aqui uma lista de doutoras e doutores para sugerir o contrário, embasadas tanto em suas percepções quanto em inúmeras evidências científicas.
Nesse caminho, se uma criança, desde os primeiros meses, aprende a ser aquilo que querem que ela seja, então, no futuro, ela será aquilo que todos quiserem que ela seja. Menos ela mesma. Porque isso não foi ensinado ou respeitado. Isso não foi valorizado.

Espero poder voltar a esse assunto em breve, mas já deixo aqui um resumo do que a essência deste tipo de atitude com os filhos. Recomendo a leitura dos textos marcados nos links acima, pois farão toda a diferença no entendimento do que é a criação com apego.

Um abraço fraterno e até a próxima!

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